O que é certeza? Como entendê-la a fundo? Isso pode parecer meio imbecil de se perguntar, mas não falo do significado puro, eu queria saber o porquê de muitas pessoas admitirem a certeza como certa, pense comigo suas decisões são reais ou apenas concessões dadas ao acaso você pode afirmar que o que você decidiu é concreto? Eu tenho um sentimento de desprezo, por essas pessoas são tão fáceis de manipular, qualquer esperto passam elas pra trás, o problema desses é o orgulho de não admitir o que tem em seu coração, acabam suprimindo o querer e abrindo espaço ao conformismo.
Amar não só fazer companhia, não é ser estático, pela minha dimensão já vi muitos serem infelizes apenas por medo de não serem amados, eu me tornei um deles, mas isso há correção no tempo certo, é incrível que existam pessoas monstruosas que se aproximam de você apenas por medo de ficar sozinhas, solidão é terrível mais terrível ainda é aceitar isso.
O que ninguém consegue, nem mesmo eu que percebi isto, é se colocar no lugar do outrem e revir seus atos, parece hipocrisia o que falo, mas o que eu quero perguntar pra você, é uma coisa bem simples:
O que você realmente quer?
Eu quero ser feliz, não importa como eu esteja se vou sofrer bastante, mas a minha única certeza é de que eu quero seguir em frente, alcançar meus sonhos mesmo que eu sofra a vida inteira eu só quero ser feliz, quero um coração de aço pra aguentar as intempéries, quero mesmo morrendo completar minha tarefa EU quero...
Tomar essa decisão requer muito preparo psicológico, de aceitar as dificuldades e as possíveis falhas que possam ocorrer, diga eu quero você também, agora diga com firmeza no seu coração com a boca bem aberta e em alto e bom som diga seu verdadeiro desejo.
Um comentário:
Talvez, como você disse, “algumas pessoas admitem a certeza como certa” e criam uma realidade que não existe e faz dessa uma realidade concreta. Talvez, também, o que sentimos às vezes escapa do controle e tomamos decisões deixando a racionalidade de lado mais sabemos que nada do que fizermos é contrária a nossa vontade, a racionalidade necessita da emoção, do contrário nos tornaríamos temerário a tomar decisões afetivas, sobretudo em nossas relações amorosas.
O amor de fato não é apático nem nos conforma (no sentido de se não tem tu vai tu mesmo, rs), em sua maior completude e por si mesmo, ele deseja o bem a quem é amado, nos nutre e capaz até de ser renunciado quando gera dor e nem por isso deixamos de sofrer por ter que abrir não de quem se faz, intensamente, parte de você a ponto de você se perguntar se existe algo seu em você mesmo quando se para pra pensar em quem se ama. Na pior das hipóteses do questionamento, se tenta procurar uma dúvida, um detalhe que ponha em cheque o que se esta sentindo. Se seu sentimento for capaz de sair inabalável desses filtros todos, esse “modelo de realidade” não foi o que você escolheu, mas sim, o que existe.
Se você não tem dúvidas você as cria. Não se tendo, se pensa por outro. O quero dizer com isso é que a questão não é se o que vivemos é uma realidade aparente ou se podemos afirmar se o que chega até nós é legítimo mais sim o que queremos que os outros escolham a fim de sua realidade se adequar a nossa (de quem se espera).
Um ato impensado é efêmero não dura tempo o bastante pra se tornar apenas um hábito.
“O que você realmente quer?”
-Aquilo em que acredito, aquilo “que da a certeza de nos pertencermos, mesmo quando as impossibilidades são reais”.
O que não se há de que pensar
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